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Revista Novitá / Ano VIII - Nº 38

Qual o trabalho de uma sexóloga?

Olá, tudo bem? Mulheres e Homens, hoje vou falar sobre o meu trabalho como sexóloga.
Geralmente, o sexólogo é um psicólogo que se especializou em Terapia Sexual. Também pode ser um médico com a mesma especialidade.
O trabalho de uma sexóloga é ajudar a orientar as pessoas sobre as disfunções sexuais femininas e masculinas.
As principais queixas das disfunções sexuais femininas e masculinas no consultório são:

DISFUNÇÕES FEMININAS:
- Anorgasmia: A mulher não consegue chegar ao orgasmo nem com o parceiro nem se masturbando. As causas podem ser orgânicas ou psicológicas, como traumas de infância, violência sexual, falta de envolvimento do casal.

- Dispareunia: Dor durante a relação sexual. Pode ser orgânica (inflamações vaginais não tratadas) e/ou problemas de natureza psicológica (falta de interesse pelo sexo, ausência de envolvimento com o parceiro e medo quanto ao desempenho sexual) também pode levar ao problema.

- Vaginismo: é a dor na hora da penetração, provocada por uma contratura muscular que impede ou dificulta a entrada do pênis. Geralmente é causada por Distúrbio Emocional (falta de informação sobre os Órgãos Genitais, educação rígida ou tentativa de estupro).

- Desejo Sexual Hipoativo: caracteriza-se por uma diminuição ou ausência completa de fantasias eróticas e do desejo de ter atividade sexual.

DISFUNÇÕES MASCULINAS:

- Desejo sexual hipoativo: Quando há diminuição ou ausência total de fantasias e de desejo de ter atividade sexual;
- Dispareunia: é a dor genital associada ao ato sexual.
- Disfunção erétil (impotência): existe quando há uma incapacidade persistente ou recorrente (repetida) de manter uma ereção (manter o pênis rígido) até o final da atividade sexual;
- Ejaculação rápida: Quando há uma percepção, tanto do homem quanto da sua parceira, de que a ejaculação foi mais rápida que o esperado, de que não houve controle da ejaculação;
- Aversão Sexual: Evita-se de ter relação sexual com parceira, com sentimento de repulsa, ansiedade ou medo. Mesmo após o estímulo sexual adequado, pode haver um atraso ou ausência recorrente ou persistente do orgasmo. Pense nisso: Manter o problema é sofrer sem necessidade.

Dra. Simone Alves de Melo
CRP 06/53844-06

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